quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Mídia Hipocrita.



Comando da PM se reúne pela segunda vez com moradores da Serra
Segundo a polícia, foram registradas 101 ocorrências de tráfico no aglomerado neste ano
Juliana Ferreira, do R7 MG

Comentario no final da reportagem.

PM quer evitar novos conflitos com moradores.

Militares do Comando de Policiamento da Capital se reúnem com lideranças comunitárias e moradores do aglomerado da Serra, região centro centro-sul de Belo Horizonte, na tarde desta quinta-feira (6). Essa é o segundo encontro no Centro de Referência de Asisstência Social desde a morte de um jovem por um PM, o que provocou revolta na população. O objetivo da conversa, segundo a PM, é a aproximação com a comunidade na tentativa de evitar novos conflitos.
A primeira reunião, no dia 28 de novembro, restabeleceu a normalidade no aglomerado. Segundo a polícia, neste ano foram registradas 101 ocorrências de tráfico de drogas no bairro, e 32 armas foram apreendidas. Cerca de 35% das ocorrências têm relação com o narcotráfico.


Investigaçao

O inquérito policial que investigou a morte um jovem de 24 anos no aglomerado da Serra, na região centro-sul de BH, não definiu se o PM agiu em legítima defesa. Segundo o tenente coronel Filho, que comanda o batalhão responsável pela invasão ao morro, a conclusão sobre o motivo do assassinato será determinado pela Justiça, que analisará os depoimentos colhidos e os antecedentes do suspeito e das testemunhas. O defensor do sargento já pediu sua soltura ao Ministério Público, que deve analisar a concessão de liberdade nos próximos dias. Até lá, o militar continua detido.
Helenilson Eustáquio da Silva Souza foi morto durante uma invasão da Polícia Militar ao aglomerado no dia 26 de novembro. Os militares perseguiam suspeitos de uma saidinha de banco no bairro Funcionários. Após roubar um carro, trocar tiros com um policial civil e roubar duas motos, um dos suspeitos foi baleado, enquanto o outro conseguiu fugir em direção ao aglomerado. Segundo moradores, os agentes já subiram o morro atirando e provocaram a morte do rapaz.
Após a morte de Souza, protestos tomaram conta do local e um ônibus chegou a ser incendiado. Parte das linhas que circulavam pelo local chegaram a ser suspensas, mas logo o serviço voltou ao normal. Atualmente, a situação no aglomerado é tranquila.




Comentários do dono do blog, referente a matéria publicada.

Espanto-me quando na matéria acima, se verdade que o opolicial ainda esta preso, não a motivos para tal. Militar reconhecido pelo mérito, com residência e emprego fixo,e segundo o REDS da ocorrência ágil dentro dos parâmetros legais, se esta preso por que¿
“...desde a morte de um jovem por um PM, o que provocou revolta na população...”
Quem se revoltou no episodio, não foi a população e sim pessoas ligadas ao traficante morto e ao trafico de drogas, nas imagens da TV não se vê trabalhador nem paide família,somente pessoas atoa, que ficamna rua as 16horas de um dia de semana, quem da população honesta e trabalhadora fica na rua essa hora enfrentando a melhor PM do Brasil ?
“...Os moradores foram orientados a ajudar na atuação policial no morro por meio de denúncias, a fim de identificar os responsáveis por incendiar ônibus como protesto contra a morte do ajudante de pedreiro. Os militares também orientaram a comunidade a denunciar os abusos policiais à corregedoria ou pelo disque-denúncia...”
Algum trabalhador invadiria um coletivo com armas em punho e colocaria fogo em um veiculo que o leva e busca todos os dias do trabalho, não. Então quem colocou fogo no ônibus é tão vagabundo quando os que estavam enfrentando a policia. Em relação a comunidade denunciar traficantes, duvido que acontece, pois a população é conivente com o crime, visto que há varias forma de denunciar e não a fazem, e justificam que é por medo, mentira, ainda acredito que o serviço 181 é confiável e anônimo.
Em denunciar policiais isso já acontece o tempo todo, tanto com alguns policiais que trabalham errado e são denunciado e principalmente com policiais bons de serviço, que incomodam os bandidos e são alvos de denuncias falsas para que diminuam o ritmo de trabalho.
Solução imediata seria montar uma comissão de policias que TRABALHEM nas ruas, que entende de criminalidade real,não teórica, para junto com membros da comunidade de bem(não lideres de ONG e líder de comunidade conviventes com bandidos) para traçar os planos iniciais a fim de minimizar o problema de trafico de drogas, junto com o MP e entidades sociais serias. Bom exemplo é o serviço feito com o GEPAR e o MP que da para comunidade uma resposta qualificada, que não pode ser deixado de lado.
Aprimorar o que da certo, deixa de lado o que esta errado, unir forças para combater o trafico( que esta se organizando em MG) e deixa de lado as vaidades( o que é mais difícil) é o começo para vencer essa guerra.
A PM não entra em comflito com moradores, e sim com bandidos.

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